saiu o primeiro quelônio na categoria de ficção (os demais votos ainda estão em contagem):
Cristovão Tezza, com
Filho eterno, em primeirão; Bernardo Carvalho ficou em segundo com
O sol só se põe em São Paulo e Beatriz Bracher, em terceiro com o romance
Antônio.
Santa tartaruga, não li nenhum desses 3, mas o Tezza é foda, assim como o Bernardo Carvalho. a moça, assumo ignorância, não sei quem é e nunca li nada dela.
Os quadrinhos são premiados também: os badaladíssimos Bá e Moon, levam o a estátua do bicho rugoso pela adaptação de
O alienista, do Machadão. essa eu li e é batuta mesmo. as cores da revista são em sépia, o que cria uma ambientação bacanuda.
na poesia, Ivan Junqueira levou o cascudo no pedestal, com o meu favorito Paulo Henriques Britto em terceiro e um autor independente que não conheço em segundo.
quanto ao livro infantil, Bartolomeu campos de Queirós e toda sua competênca agarram o resquício de dinossauro bronzado, com Ignácio de Loyola Brandão e sua competência em segundo.
Quanto ao livro juvenil eu não conheço o ganhador, Joel Rufino dos Santos, mas de saída já sabemos que ele é, no míninmo, um ótimo intitulador. o nome da obra que leva o cágado das letras tupiniquim é
O BARBEIRO E O JUDEU DA PRESTAÇÃO CONTRA O SARGENTO DA MOTOCICLETA. O Pellegrini ficou em terceiro nessa categoria.
Pra finalizar, a Cosac se garantiu nos pódios de projeto gráfico e capa, mas não logrou o mais antidiluviano dos animais vivos do planeta.
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Beautiful occupation - Travis
pérola tota!